Pira51 - A internet movida a álcool

O blog do pessoal do antigo opirassununga e pira51.com agora de cara nova! E em um servidor mais furreca ...

27 julho 2006

Meia volta, volta e meia.

Meia volta ? Ou volta e meia ?

Começa um novo semestre, para os freqüentadores desse blog as férias começam a acabar. Essas curtas férias de julho tem sabor agridoce. Dão aquele gostinho bom de férias, curtição, tempo livre, mas ao mesmo tempo são tão curtinhas que parecem frustrantes, os planos que fizemos, as viagens que prometemos... muita coisa fica por fazer, sem realizar.
Dá aquela impressão de que a vida passa rápido, muito rápido mesmo.
E isso é verdade mesmo, não é ?














A pirassununga, as bebedeiras... acaba a graça. O moleque que queria tomar todas e adubar a vida fazendo merda cresceu. De repente está perdido, não tem mais casa, não tem mais colégio, ainda nada de emprego. Para onde ir ? Onde ele perdeu sua identidade ? As metas ficam embaçadas, metas míopes.
O que fazer ? Dar meia volta e retornar as origens para viver, ou melhor, reviver velhas batalhas ?

Conheço pelo menos meia dúzia de pessoas saudosas do Pira, mais 13 membros da comunidade do Postador X e quase quarenta na comunidade “O PIRASSUNUNGA”. Bom... Agora estamos voltando...

Ou estamos indo ?

Recriar o Pira significa tentar voltar para uma parte da vida que já passou ou tentar inovar, vir com uma proposta nova, tentar atrair pessoas diferentes, fazer algo diferente ? Qual é o objetivo?
Não interessa se é meia volta ou volta e meia, o importante é saber se estamos andando em círculos ou não. Estamos tentando recriar o mesmo Pira? Com as mesmas pessoas? Mesmos erros? Mesmo brilho? Mesma graça?

Vamos nos reunir para contar as mesmas piadas sobre o Tchupa?

Não sei quanto aos outros, mas eu já ri de todas. E por mais que sejam engraçadas, cansam. Vamos tentar não andar pra trás dessa vez e criar não um velho Pira51, mas algo diferente. Esse grupo, a roots, tem muito pra dar.



Kabuki é colunista de uma revista de non-sense

24 julho 2006

O post sobre Tesão de Vaca

Esse post vai ser apenas um texto escrito por Adolar Gangorra (seja lá quem for) que apoia a tese do Pizza de que Tesão de Vaca é lenda urbana.
É meio grande, mas ninguém é obrigado a ler...

TESÃO DE VACA - QUE NEGÓCIO É ESSE?

Em um obscuro momento, entre a 6ª e a 8ª série, algum colega de sala, metido a espertalhão, vai chegar para você, com os olhos brilhando, tal como tivesse descoberto a pedra filosofal jogada a esmo no armário do vovô. Ele irá lhe contar tranqüilamente que existe na natureza uma substância espetacular chamada de “Tesão de Vaca”, capaz de resolver um certo probleminha bobo que o resto dos homens não conseguiu solucionar em milhões de anos: sexo sem esforço!
Não importa se documentários sobre a vida animal volta e meia mostrem dois cabritos monteses se esfalfando herculeamente para pulverizarem seus respectivos chifres à base de cabeçadas titânicas só pelo direito básico de se reproduzirem por um brevíssimo momento. Sim, meu caro, esqueça tudo o que lhe disseram antes sobre esse assunto. O Tesão de Vaca é um “negócio” que você põe na bebida de qualquer garota e que tem o prosaico efeito de resultar em que ela queira fazer sexo descontroladamente com o primeiro que encontrar! Mas que formidável, hein?
Isso mesmo, apesar de desde a mais tenra infância você ter sido regularmente ensinado a entender claramente a diferença entre fantasia e realidade, ficção e imaginário, contos de fadas e a página policial dos jornais, super-heróis e aquele seu tio bêbado motorista de táxi… veja você, deixaram escapulir essa mágica no nosso mundo real! Que maneiro, uma substância que fará com que você, no alto dos seus 13 anos, coma qualquer mulher do mundo sem o menor trabalho!
E você que já estava começando a achar que a vida era mesmo dura como seu pai vive apregoando, hein? Que velho mais cagão! Você até chegou a cogitar que o que ele fala poderia ser verdade graças às 125 páginas que o cretino do seu professor de História manda sua turma decorar para um possível teste-surpresa que nunca acontece. Ou pelo murro no estômago que, Afonsinho, o repetente barbado da sua rua, lhe aplicou quando você riu do seu novo corte de cabelo estilo “sócio-atleta da Febem”.
Mas agora, tudo isso cai por terra quando “Tesão de Vaca”, essa nova e miraculosa infusão, chega para fazer com que você pule, pelo menos, umas 74 árduas etapas da conquista amorosa e leve ao que, hoje, você está 100% convicto que realmente interessa: comer todas as garotas da sua sala, comer sua professora, comer suas primas, comer sua empregada, comer a atriz da novela, comer aquela extraterrestre gostosa do desenho animado japonês e, finalmente… comer todas as mulheres do mundo!
Seu amigão vai lhe contar que o Tesão funciona mesmo! Por exemplo, aquela garota bem bonita da sua sala, que faz questão de ignorar você desde o tempo do prezinho, agora está fudida porque na primeira chance que você tiver, ela vai beber uma Mirinda Uva batizada por você (que engraçado isso, não?) com o fabuloso Tesão de Vaca e vai virar sua escrava sexual durante alguns minutos! Bem feito, quem mandou ser tão otária?
Na verdade, Tesão de Vaca é uma lenda urbana que há anos se prolifera exponencialmente devido ao adubado campo da mente de pré-adolescentes, cegos pelo excesso de libido e pela mais absoluta falta de um milímetro sequer de bom senso, graças a uma estapafúrdia lógica caótica proto-freudiana propagandeada exponencialmente por essa história. O chamado “Tesão de Vaca” é um termo veterinário designado para um hormônio utilizado para estimular o cruzamento entre bovinos. Não passa disso. Vale lembrar ainda que não estamos vivendo mais na Idade Média onde haviam anúncios categóricos de poções miraculosas que prometiam curar amputações de cabeça ou simplesmente fazer com que dragões ferozes alegremente puxassem um arado. Entretanto hoje, garotos bem alimentados, filhos de uma burguesia quase agnóstica, acreditam piamente nesse catimbó de quinta categoria em pleno século 21! O mais impressionante é que se você perguntar sobre o Tesão de Vaca em uma escola pública de Porto Alegre ou em um vetusto colégio particular de Fortaleza, a história será mais ou menos a mesma: alguém pôs o negócio na bebida de uma garota inocente, ela inadvertidamente o bebeu e, devido a uma compulsão incontrolável para dar, digamos assim, a “jóia da família”, saiu em desabalada carreira, e, tempo depois, foi encontrada morta, sentada em uma marcha de caminhão ou de Corcel ou de Chevette… trágico, não?
Esse roteiro se repete ad infinitum com pequenas variações e o mais incrível é que ele nunca foi mostrado em nenhum veículo de comunicação de massa como televisão, jornal ou rádio! E todo mundo compartilha da mesma seqüência de fatos! Como isso se explicaria? Seria um fenômeno do famoso inconsciente coletivo? Como essa lenda se proliferou tão solidamente e de maneira tão insidiosa? O que estaria por trás disto? A mais cristalina estupidez? Não, seria essa uma resposta muito fácil e excitante…
Numa primeira análise lógica, já podemos delinear algumas conclusões básicas: salta aos olhos a vocação inerente de todo noviço do sexo masculino em se reproduzir absolutamente sem o menor critério, mas sem o menor critério mesmo, diga-se. Na aurora de sua atrapalhada vida sexual, o pequenino rapazola até possui uma vaga idéia de qual seja o seu objetivo, porém desconhece miseravelmente os caminhos tortuosos que terá que trilhar para atingi-lo. Então, quando algum gaiato qualquer lhe oferece uma espécievagabunda de atalho, ele alegremente aceita-o de ótimo grado, esfregando as maõzinhas e lambendo os beiços, mas, óbvio, sem questionar a veracidade dessa proposta, por mais absurda que ela seja.
Já à luz de um enfoque biológico, uma possível explicação poderia se esconder em uma estrutura presente na base de nosso córtex cerebral denominada Complexo Límbico ou Complexo R, herança direta dos, ora vejam só, lagartos (!!!), que é detentora dos instintos mais básicos do homem, como, por exemplo, comer, dormir, empalar a sogra, olhar para o cocô antes de dar descarga e se reproduzir. Esses preguiçosos hóspedes do complexo R, vez por outra, conseguem se desvencilhar de camadas e camadas de traçosadquiridos de civilização para dominar completamente nossas ações cotidianas, devido a sua antigüidade, envergadura, malícia e subestimada influência na formação do nosso subconsciente. Assim, você pode testemunhar seu pai, famoso por possuir o senso de humor de um sargento do exército turco, começar repentinamente a ficar simpático e metido a engraçadinho quando as amigas gostosinhas da sua irmã vão estudar na sua casa. Essas poderosas forças anciãs da nossa natureza estrutural ainda hoje são capazes de moldaro comportamento social de milhares de homens que, em última instância, acabam por achar plenamente razoável dopar uma mulher para fuder!
A própria história que vem em anexo à lenda do Tesão é um primor de entretenimento e auto-preservação. É dramática, excitante e trágica! Parece Shakespeare misturado com pornochanchada! Vejam só: a única testemunha que poderia desmentir toda essa lenda, a garota, teve que morrer de modo trágico-erotizante. Assim, a veracidade sobre a eficiência do Tesão de Vaca mantém-se preservada. E também traz em seu seio arquétipos extremamente popularescos e de grande valor no universo masculino: sexo, morte e… Chevettes! Nem nos melhores folhetins mexicanos teríamos elementos tão dramáticos e apelativos como os listados acima! É óbvio que um libreto tão ardiloso e bem estruturado como esse só poderia estar fadado a um sucesso absoluto! É um campeão de audiência por natureza!
O mais bizarro de toda essa história é que, na época, você acreditou piamente quando lhe falaram dos espetaculares poderes do Tesão de Vaca. Você instantaneamente exultou de alegria e fervor quase místico quando lhe contaram essa conversa mole, essa história de pescador, esse imbróglio pinochio-munchausiano: “uma poção mágica que faz a mulher dar! E por que não? É claro que existe! Existe sim, existe sim! Aleluia, aleluia!”, disse você para si mesmo quase chorando! Mas isso foi há muito tempo, quando você era apenas mais um moleque vibrão e apatetado descobrindo o mundo. Ainda bem que agora tudo mudou… Mas será que hoje, já maduro e vivido, você não estaria sendo agora vítima também de algum outro “Tesão de Vaca” invertido, disfarçado naquela cerveja socializante com os amigos, naquele whisky necessário para abordar aquela garota na festa ou na caipirinha potencializadora da sua libido? Ou até, quem sabe, progredir para aquela prosaica catuaba ou o até no seu miraculoso Viagra de hoje em dia? Provavelmente não, pois hoje você não acredita mais nesse tipo de “negócio”, não é?
http://www.youtube.com/watch?v=7BtNN6M97q8&search=japanese%20prank

pelo bem da humanidade...
um dos videos mais fodas q eu jah vi
acho q o q eu + ri desde q conheci o youtube...
japones eh uma raça MTO sem nocao msmo

23 julho 2006

traveco strikes back

ISHHHHH
dps de anos atuando como voyeur e apenas lendo o blog pira e então como post master oficial do primeiro forum pira51.com (apesar de alguns admins tentarem distorcer essa relidade, utilizando-se de abuso de poder e deletando vários posts q eram na verdade fontes de sabedoria) finalmente virei poster dessa bosta!
agora vamo toca o puteiro e fazer essa porcaria fcar famosa de novo (?!?!?)

(traveco eh contra os sucessivos ataques israelenses no libano que jah mataram 365 civis até este momento)

20 julho 2006

Inaugurando


Inaugurando o Pira ... Pela enésima vez e, contrariando o cliché, não parece a primeira.
A história do Pira todos já conhecem (pressuposto fictício que eu utilizo para justificar minha preguiça). Pois bem, aqui não será diferente: uma trajetória quase retilínea em direção ao abismo.
Mas pera lá ... Se vocês sabem que isso aqui vai ser uma merda, por que insistir no erro? Insistir no erro não é burrice? Claro que é, mas o Pira é uma burrice que você sente falta, que traz lembranças repletas de nostalgia. Assim como as lembranças infantis, os sonhos de poder fazer coisas incríveis e etc ...
Nós do Pira não esquecemos essas coisas na memória, porque o fundo da memória é mais difícil de acessar que o fundo de um copo de Pirassununga.